quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

METAPSICOVITALISMO.






Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.



Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.









Esta teoria visa a unidade e a universalidade entre a vitalidade, a metafísica, existência e racionalidade.





A mente é fruto de uma natureza vital, craciológica, transcendental. Ou seja, o ser nasce com uma estrutura programada para se desenvolver em cada fase da vida e idade do ser. É como um órgão, ou uma intensidade e tipo de metabolização. Ou como a produção de hormônios que diminui a cada fase da vida.



Por isto que quando somos criança tem uma concepção da vida, outra quando adulto, e outra quando velho.



Esta variação que acontece com o sentido da vida, também acontece com todo psíquico do ser. Suas emoções, personalidade, comportamento, instintos, etc.







IMANÊNCIA PSÍQUICA E EXISTENCIAL.



ESTA PROGRAMAÇÃO TRANSCENDENTAL DE INTENSIDADE, sentido e característica é que determina os recursos, defesa, ataque e aprimoramentos do ser, da psiquê e da racionalidade em cada fase da vida.





O ser avança e se aprimora mais na fase uterina do que na fase adulta ou na velhice.









INCONSCIENTE VITAL IMANENTE.





Uma criança ao nascer já sabe através do seu inconsciente vital que é um elo temporário no universo da existência. Ou seja, já sabe que não será eterno.



E está no seu inconsciente vital todas as fases psíquicas que ele vai passar na vida. E se tiver algum atropelo e depressão sara como um fato novo que seu inconsciente vai registrar.



A morte é o desvelamento do que ele já sabia inconscientemente. Apenas lhe foi desvelado [tirou o véu daquilo que estava debaixo do mesmo].



Por isto que o ser sofre tanto com a morte de um parente. Pois é o sinal que aquele elo terminou.



Assim, o universo psíquico e também um universo existencial, racional, vital, metafisico e ontológico. Temos aqui uma unidade.





Pois, o homem não caminha em direção a morte, mas sim se aprimora e transcende para perpetuação.



O homem, as células, os seres, e suas renovações são renovações, regenerações são suportes fenomênicos da vida e da realidade.



O ser e as células são os que produzem a transcendentalidade e mantém a sua existencialidade.





Ou seja, o ser existe para processar a vida e sua transcendentalidade, como finalidade existencial.



Ou seja, a morte não é a finalidade da vida, mas a finalidade da vida é o propósito metafenomênico da existência da própria vida, do ser e da realidade nos seus processos, manutenção, transcendência e aprimoramentos.





A própria vida já produz no ser mecanismos e ferramentas, como metabolizações, óvulos, abertura de entrada no óvulo para entrada do espermatozóide. Ou seja, há uma programação para que a vida continue e não termine.



E esta programação está na essência da vida e seu propósito existencial.



Que é de se aprimorar internamente por seus poderes e potencialidade para transcender e perpetuar.





A própria mente como ferramenta existencial e vital tem em si e imanente esta natureza vital e transcendental.



Pois, a mente não surge de inconscientes, ou é só herdada dos pais, mas já nasce com funções próprias para a funcionalidade e permanência da vida.



A mente não é só uma ferramenta psíquica, mas do ser, da vida, e para servir a transcendentalidade existencial.





Assim, o ser não nasce para viver um tempo e morrer, mas nasce para completar um ciclo e estágio existencial da vida e da realidade.





O aprimoramento faz parte da natureza vital. É uma ferramenta que existe dentro da vida. É uma ferramenta como existe varias. Como a mente, a imunidade, produção de anticorpos, metabolização, produção de energia, hormônios, etc.





A própria vitalidade produzem no seu mecanismo vital todas as ferramentas vitais.



Inclusive a mente. Pois a mente não existe só para o universo psíquico.mas fundamentalmente para o universo vital e transcendental.





Assim, há uma programação e uma metaracionalidade para que tudo isto funcione e continue.



Temos assim.



O metapsiquicovitalógico. [direcionamento, programação, propósito, existencialidade, metafenomenia].



O craciológico – poder e potencialidade de ser, produzir, transformar, funcionar, aprimorar, transcender e perpetuar.



Psíquico sobre o somático. [ a mente age a longos tempos sobre o somático, as funções, os órgãos, metabolizações, e formas e estruturas feitas para funcionar, e ter a realização de suas finalidades].



Assim, temos o craciológico e metafenomênico sobre o vital.



O vital agindo sobre o psíquico.



E todos agindo sobre o somático.



O psíquico tem em si e imanente um poder sobre o somático. Pois isto se confirma na fisiologia e na sexualidade, no mimetismo, camuflagem etc.





Observação. Como você está vendo está teoria não é só psicológica. Mas também, existencial, vital, biológica, fisiológica, racional e metafísica.





METAVITALOGIA.



Assim, há um propósito e poder divino sobre o poder e potencialidade vital, que age e produz o universo vital, psíquico, transcendental e a programação do vital e do psíquico.



E que estes por sua vez agem sobre o universo fenomênico [ químico, físico e psíquico, e biológico funcional].



Produzindo funcionamento, formas, aprimoramentos, transcendentalidade e eternidade.





O universo vitalquímico de produtos de metabolizações é uma consequência do universo psicossomático, processual, físico, que são regidos por direcionamentos vitais, metavitais, craciológicos, e metafenomênico.





A METAFENOMENIA ABRANGE.



O sistema metafisico – a realidade metafísica, psíquica, física, química, morfológica e de funções.



O sistema metavital e transcendental e que é imanente à própria vida.



Que é constitui em si mesmo de poder, potencialidade e universo vital.





O PRINCÍPIO DA PERPETUAÇÃO SE DÁ.



1-Pela transcendência através da reprodução.

2-Pela renovação celular e de orgânulos.Regeneração.

3-Imunidade, anticorpos, reconhecimento de invasores, e de defesa e ataque.

4-Pelo psíquico regendo a vida e o somático, também regendo o psíquico.

5-O vital sobre a vida e as estruturas e suas funcionalidades.

6-O poder e potencialidade e a natureza da vida.

7-O propósito metafenomênico e o poder divino sobre o poder e a potencialidade vital. Transcendentalidade existencial.







A VITALPSICOLOGIA, METABIOLOGIA, E METAFENOMENIA SE FUNDAMENTAM EM.



Metatranscendentalidade [ a vida é um avanço e produção e aprimoramento através do universo vital e da vitalização. Que acontece através da renovação celular, reprodução e regeneração. E renovação de funcionalidade metabólica].



Metafenomenia – [propósito, finalidade. Poder e potencialidade, direcionamentos programados].



Existencialidade [propósito da existência da vida [ e não do ser] perpetuação e infinidade, a vida transcende e o ser é um estágio da vida]].









A METAQUÍMICA.





A química que constitui a vida é fruto de um direcionamento e propósito superior.

Pois, não haveria uma engenharia e física tão ampla para só a matéria produzir.



Pois, a matéria por mais evoluída que fosse não construiria um órgão, uma veia, uma função, um orgânulos, uma programação e aprimoramento vital, etc.



A química da vida não é a mesma da matéria, logo, o universo da química vital faz parte de um propósito metafenomênico para desempenhar determinadas funções vitais.





O vitalógico não é uma genética.





O direcionamento vital e programado que rege as funções vitais, psíquicas, aprimoramentos e transcendências. E também o transcende aos descendentes.



Pois o que transcende é sempre uma parte do universo vital e psíquico do ser.



Ou seja, o gene é uma parte viva do que é o ser na sua essência vital.





O direcionamento é um poder, uma inteligência, uma racionalidade que rege as funções das células, e que tem por objetivo se aprimorar e transcender.



A VITALIZAÇÃO NÃO É UMA EVOLUÇÃO.



O aprimoramento é natural e faz parte do universo vital.



Mas possui em si um direcionamento programado e constante sempre para mudar a situações adversas a que está avançando. Ou seja, se aprimorar faz parte da natureza vital e universo da vida.



O direcionamento vital rege as funções vitais, psíquicas, de aprimoramento e de transcendências por poder e racionalidade da própria racionalidade.



O objetivo vital não é a evolução, mas a manutenção e perpetuação da vida que ocorre através da transcendência.



Pois, a vida é uma engrenagem com propósito para funcionar e se manter na sua existência.



Os órgãos e funções são produzidos para isto. E isto ocorre dentro do ser e na própria vida. E não tem relação com seleção natural ou obra do acaso.



A própria matéria é modificada para conter nela mesma a vida.





Por isto que a vitalização desenvolveu funções e potencialidade para funcionalidades especifica. Como, imunidades, anticorpos, defesas e ataques, renovação de orgânulos, células, funções metabólicas, biofísicas, bioquímicas, sexuais, reprodutoras, regeneração, mimetismo, camuflagem, aprimoramentos, etc.



Os aprimoramentos acontecem a todo o momento dento do ser, e em escala ínfima.





A vitalização renova as células e orgânulos, reproduz o ser, aprimora e surgem novas espécies, desenvolve metabolizações para manter as células, o ser, os genes, as espécies com o objetivo e a programação direcionada para manter a vida.







Assim, vemos aí uma unidade e uma universalidade na vida, na psiquê, na fisiologia, na racionalidade, na existencialidade e na metafenomenia.





Assim, a vida tem a sua essência de ser, na origem pelo poder, potencialidade, propósito existencial, direcionamento e aprimoramento.





Assim, o alicerce da vida não está na estrutura, na materialidade, mas sim no universo de poder e metafenômenos.





Assim, temos uma universalidade unificada que abrange a biologia, a vitalogia, a genética, a fisiologia, a psicologia, e a existencialidade.



METAPSICOVITALISMO.






Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.



Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.









Esta teoria visa a unidade e a universalidade entre a vitalidade, a metafísica, existência e racionalidade.





A mente é fruto de uma natureza vital, craciológica, transcendental. Ou seja, o ser nasce com uma estrutura programada para se desenvolver em cada fase da vida e idade do ser. É como um órgão, ou uma intensidade e tipo de metabolização. Ou como a produção de hormônios que diminui a cada fase da vida.



Por isto que quando somos criança tem uma concepção da vida, outra quando adulto, e outra quando velho.



Esta variação que acontece com o sentido da vida, também acontece com todo psíquico do ser. Suas emoções, personalidade, comportamento, instintos, etc.







IMANÊNCIA PSÍQUICA E EXISTENCIAL.



ESTA PROGRAMAÇÃO TRANSCENDENTAL DE INTENSIDADE, sentido e característica é que determina os recursos, defesa, ataque e aprimoramentos do ser, da psiquê e da racionalidade em cada fase da vida.





O ser avança e se aprimora mais na fase uterina do que na fase adulta ou na velhice.









INCONSCIENTE VITAL IMANENTE.





Uma criança ao nascer já sabe através do seu inconsciente vital que é um elo temporário no universo da existência. Ou seja, já sabe que não será eterno.



E está no seu inconsciente vital todas as fases psíquicas que ele vai passar na vida. E se tiver algum atropelo e depressão sara como um fato novo que seu inconsciente vai registrar.



A morte é o desvelamento do que ele já sabia inconscientemente. Apenas lhe foi desvelado [tirou o véu daquilo que estava debaixo do mesmo].



Por isto que o ser sofre tanto com a morte de um parente. Pois é o sinal que aquele elo terminou.



Assim, o universo psíquico e também um universo existencial, racional, vital, metafisico e ontológico. Temos aqui uma unidade.





Pois, o homem não caminha em direção a morte, mas sim se aprimora e transcende para perpetuação.



O homem, as células, os seres, e suas renovações são renovações, regenerações são suportes fenomênicos da vida e da realidade.



O ser e as células são os que produzem a transcendentalidade e mantém a sua existencialidade.





Ou seja, o ser existe para processar a vida e sua transcendentalidade, como finalidade existencial.



Ou seja, a morte não é a finalidade da vida, mas a finalidade da vida é o propósito metafenomênico da existência da própria vida, do ser e da realidade nos seus processos, manutenção, transcendência e aprimoramentos.





A própria vida já produz no ser mecanismos e ferramentas, como metabolizações, óvulos, abertura de entrada no óvulo para entrada do espermatozóide. Ou seja, há uma programação para que a vida continue e não termine.



E esta programação está na essência da vida e seu propósito existencial.



Que é de se aprimorar internamente por seus poderes e potencialidade para transcender e perpetuar.





A própria mente como ferramenta existencial e vital tem em si e imanente esta natureza vital e transcendental.



Pois, a mente não surge de inconscientes, ou é só herdada dos pais, mas já nasce com funções próprias para a funcionalidade e permanência da vida.



A mente não é só uma ferramenta psíquica, mas do ser, da vida, e para servir a transcendentalidade existencial.





Assim, o ser não nasce para viver um tempo e morrer, mas nasce para completar um ciclo e estágio existencial da vida e da realidade.





O aprimoramento faz parte da natureza vital. É uma ferramenta que existe dentro da vida. É uma ferramenta como existe varias. Como a mente, a imunidade, produção de anticorpos, metabolização, produção de energia, hormônios, etc.





A própria vitalidade produzem no seu mecanismo vital todas as ferramentas vitais.



Inclusive a mente. Pois a mente não existe só para o universo psíquico.mas fundamentalmente para o universo vital e transcendental.





Assim, há uma programação e uma metaracionalidade para que tudo isto funcione e continue.



Temos assim.



O metapsiquicovitalógico. [direcionamento, programação, propósito, existencialidade, metafenomenia].



O craciológico – poder e potencialidade de ser, produzir, transformar, funcionar, aprimorar, transcender e perpetuar.



Psíquico sobre o somático. [ a mente age a longos tempos sobre o somático, as funções, os órgãos, metabolizações, e formas e estruturas feitas para funcionar, e ter a realização de suas finalidades].



Assim, temos o craciológico e metafenomênico sobre o vital.



O vital agindo sobre o psíquico.



E todos agindo sobre o somático.



O psíquico tem em si e imanente um poder sobre o somático. Pois isto se confirma na fisiologia e na sexualidade, no mimetismo, camuflagem etc.





Observação. Como você está vendo está teoria não é só psicológica. Mas também, existencial, vital, biológica, fisiológica, racional e metafísica.





METAVITALOGIA.



Assim, há um propósito e poder divino sobre o poder e potencialidade vital, que age e produz o universo vital, psíquico, transcendental e a programação do vital e do psíquico.



E que estes por sua vez agem sobre o universo fenomênico [ químico, físico e psíquico, e biológico funcional].



Produzindo funcionamento, formas, aprimoramentos, transcendentalidade e eternidade.





O universo vitalquímico de produtos de metabolizações é uma consequência do universo psicossomático, processual, físico, que são regidos por direcionamentos vitais, metavitais, craciológicos, e metafenomênico.





A METAFENOMENIA ABRANGE.



O sistema metafisico – a realidade metafísica, psíquica, física, química, morfológica e de funções.



O sistema metavital e transcendental e que é imanente à própria vida.



Que é constitui em si mesmo de poder, potencialidade e universo vital.





O PRINCÍPIO DA PERPETUAÇÃO SE DÁ.



1-Pela transcendência através da reprodução.

2-Pela renovação celular e de orgânulos.Regeneração.

3-Imunidade, anticorpos, reconhecimento de invasores, e de defesa e ataque.

4-Pelo psíquico regendo a vida e o somático, também regendo o psíquico.

5-O vital sobre a vida e as estruturas e suas funcionalidades.

6-O poder e potencialidade e a natureza da vida.

7-O propósito metafenomênico e o poder divino sobre o poder e a potencialidade vital. Transcendentalidade existencial.







A VITALPSICOLOGIA, METABIOLOGIA, E METAFENOMENIA SE FUNDAMENTAM EM.



Metatranscendentalidade [ a vida é um avanço e produção e aprimoramento através do universo vital e da vitalização. Que acontece através da renovação celular, reprodução e regeneração. E renovação de funcionalidade metabólica].



Metafenomenia – [propósito, finalidade. Poder e potencialidade, direcionamentos programados].



Existencialidade [propósito da existência da vida [ e não do ser] perpetuação e infinidade, a vida transcende e o ser é um estágio da vida]].









A METAQUÍMICA.





A química que constitui a vida é fruto de um direcionamento e propósito superior.

Pois, não haveria uma engenharia e física tão ampla para só a matéria produzir.



Pois, a matéria por mais evoluída que fosse não construiria um órgão, uma veia, uma função, um orgânulos, uma programação e aprimoramento vital, etc.



A química da vida não é a mesma da matéria, logo, o universo da química vital faz parte de um propósito metafenomênico para desempenhar determinadas funções vitais.





O vitalógico não é uma genética.





O direcionamento vital e programado que rege as funções vitais, psíquicas, aprimoramentos e transcendências. E também o transcende aos descendentes.



Pois o que transcende é sempre uma parte do universo vital e psíquico do ser.



Ou seja, o gene é uma parte viva do que é o ser na sua essência vital.





O direcionamento é um poder, uma inteligência, uma racionalidade que rege as funções das células, e que tem por objetivo se aprimorar e transcender.



A VITALIZAÇÃO NÃO É UMA EVOLUÇÃO.



O aprimoramento é natural e faz parte do universo vital.



Mas possui em si um direcionamento programado e constante sempre para mudar a situações adversas a que está avançando. Ou seja, se aprimorar faz parte da natureza vital e universo da vida.



O direcionamento vital rege as funções vitais, psíquicas, de aprimoramento e de transcendências por poder e racionalidade da própria racionalidade.



O objetivo vital não é a evolução, mas a manutenção e perpetuação da vida que ocorre através da transcendência.



Pois, a vida é uma engrenagem com propósito para funcionar e se manter na sua existência.



Os órgãos e funções são produzidos para isto. E isto ocorre dentro do ser e na própria vida. E não tem relação com seleção natural ou obra do acaso.



A própria matéria é modificada para conter nela mesma a vida.





Por isto que a vitalização desenvolveu funções e potencialidade para funcionalidades especifica. Como, imunidades, anticorpos, defesas e ataques, renovação de orgânulos, células, funções metabólicas, biofísicas, bioquímicas, sexuais, reprodutoras, regeneração, mimetismo, camuflagem, aprimoramentos, etc.



Os aprimoramentos acontecem a todo o momento dento do ser, e em escala ínfima.





A vitalização renova as células e orgânulos, reproduz o ser, aprimora e surgem novas espécies, desenvolve metabolizações para manter as células, o ser, os genes, as espécies com o objetivo e a programação direcionada para manter a vida.







Assim, vemos aí uma unidade e uma universalidade na vida, na psiquê, na fisiologia, na racionalidade, na existencialidade e na metafenomenia.





Assim, a vida tem a sua essência de ser, na origem pelo poder, potencialidade, propósito existencial, direcionamento e aprimoramento.





Assim, o alicerce da vida não está na estrutura, na materialidade, mas sim no universo de poder e metafenômenos.





Assim, temos uma universalidade unificada que abrange a biologia, a vitalogia, a genética, a fisiologia, a psicologia, e a existencialidade.
METAPSICOLOGIA METAFENOMÊNICA GRACELIANA.




Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.



Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.







A base, o pilar e a estrutura da psiquê se encontram na natureza vital, transcendental, no sentido e poder de aprimoramento, no poder e potencialidade, no universo vital, e propósito existencial de perpetuação.



Pois, é o universo vital que constrói o inconsciente, os instintos, as emoções, a racionalidade, os sentimentos, etc. para servirem como ferramentas à própria vida e a sua funcionalidade.





Pois, não é a pulsão de morte, a sexualidade, a agressividade, o inconsciente de puberdade como defende a psicanálise.



Ou seja, a base da psiquê e a sua estrutura existe antes do ser vivo, ou melhor, se forma com o ser vivo durante a sua formação.



E o ser é produto de sua natureza existencial vital e propósito de sua existência.



O homem não tem a consciência da morte, mas sim, a inconsciência da perpetuação da vida e sua transcendência.





O homem tem o sentido e direção da inconsciência vital e transcendental, por isto que mesmo sabendo que tem um fim, ele não se desespera, pois esta racionalidade e conhecimento inconsciente se encontram no seu universo vital.





E o homem não é a matéria inorgânica que o produz, ou seus sentimentos, famílias, poder, autopreservação, mas sim, é o universo metafenomênico que também transcenderá e perpetuará juntamente com a vida e a vitalização.







Ou seja, o homem tem a inconsciência imanente de seu fim, e a inconsciência vital imanente da transcendentalidade da sua vida.



O homem não é uma matéria que o mantém em pé, mas sim, as suas inconsciências, vida, vitalização, transcendentalidade, e propósito existencial.



A existencialidade que faz parte da natureza do ser e da vida, é também imanente e transcendental.









METAVITALPSICOLOGIA.



O ser e sua psiquê fazem parte de um propósito existencial, e que vida, ser e mente existem e são modificados conforme a necessidade de como é ou será está existencialidade.





A existencialidade não só modifica como também cria e aprimora potencialidades, funções, condições como órgãos, metabolizações, reprodução, renovação celular de orgânulos, imunidades, anticorpos, produção de hormônios, produção de energia, etc.





Ou seja, há algo maior regendo a vida, que é própria vitalização e a existencialidade.





A vida é um sistema transcendental metafenomênico de poder, potencialidade, aprimoramento, propósito e fenomenia numa universalização e interação.





VIDA versus MORTE.





A vida se aprimora e transcende pêra perpetuar, numa luta incessante, ínfima, e infinita para vencer a morte.



Para isto a vida constrói potencialidades, funções, aprimoramentos, órgãos, etc.



Assim, se conclui que a vida é ESTRUTURANTE EM CONSTANTE APRIMORAMENTO E TRANSCENDENTE.



E faz parte de um propósito existencial superior a própria.





SOBRE O ESPÍRITO.



O espírito individual da cada um se estrutura com a vitalização e a característica transcendente aos filhos.



Pois, os espíritos nascem durante a fecundação e se formam durante a gestação. E aumentam a sua existência por que não leva sobre si o peso da matéria, por isto vivem mais do que o ser que os gerou.





SABEDORIA VITAL.



A vida, a vitalidade se estrutura e cria mecanismos, ferramentas, órgãos, funções e aprimoramentos para vencer a morte e perpetuar através da reprodução, renovação dos orgânulos e celular, regeneração de parte, renovação de órgãos como a pele.



VIDA VERSUS MORTE.



EXISTENCIALIDADE VERSUS MATÉRIA.





Na teoria biológica da inversão [graceliana], se confirma que a matéria é o agente da morte. Pois o espírito e a vida transcendem e a matéria morte. E os seres com menos matéria vivem mais, e possuem mais potencialidades vitais.



Neste caso. Morte é igual à matéria. E existencialidade é igual à vida.





OU SEJA, O ÁPICE DE UMA EVOLUÇÃO NÃO ESTÁ NOS SERES MAIORES EM QUANTIDADE DE MATÉRIA, MAS SIM, NOS COM MAIORES POTENCIALIDADES PARA FUNÇÕES E APRIMORAMENTOS.





Os seres na sua evolução são uma consequência de uma metafenomenalidade craciológica e de propósito existencial que acontece sobre a vida e a vitalidade. E que trabalham em função de transcendência estruturante em direção a perpetuação.





Ou seja, a evolução é natural à própria vida pelo seu aprimoramento natural e interno. E que por sua também é um resultado e consequência de um poder maior e um propósito existencial.







A vida constrói mecanismos metapsíquicos para a sobrevivência da própria vida. O feto se encontra no ápice vital e existencial. Esta intensidade vai decrescendo conforme o ser nasce e vai envelhecendo.





A vida não está a serviço da morte, mas está a serviço de si mesma.





A morte que é o término. A vida é a essência de tudo, onde se encontram os fenômenos, os metafenômenos, o poder, e as potencialidades.





A vida é a essência de si, onde toda a realidade se processa e existe e se transcende.



Este universo se encontra dentro e fora do ser e da vida, ou seja, é transcosmológico e transvital e metafenomênico.











A VIDA VENCE A MORTE.



A morte ocorre por processos orgânicos não realizáveis, e diminuição de intensidade na realização funcional destes processos vitais.





Pois, um organismo [corpo ou ser] muito grande tende a morrer mais cedo que um muito pequeno. Pois. A grande quantidade de matéria diminui a intensidade funcional de produção da vida. Levando a morte.



Prova disto está na biologia da inversão graceliana.



No nascimento do ser. Por que o ser só nasce porque foi produzido pelo universo vital um sistema de alimentação vital do ser dentro da placenta. Que ocorre pela pele e pelo umbigo.



E nos espíritos que vivem mais pro que não carregam sobre si o peso da matéria.



Assim, a vida e o universo vital constrói ferramentas e mecanismos vitais e de renovação da vida, como a reprodução, a renovação celular, regeneração, produção de ribossomos, geminação, brotação, etc.



Ou seja, a vida transcende e o ser e o corpo são elos e estágios vitais e existenciais, e temporais, ou seja, vivem apenas uma época e depois morrem. Porém cumprem a suas funções – que é ser elos e estágios vitais e existenciais para a perpetuação da vida.



O próprio espírito nasce da fecundação da vida. E o espírito como a vida transcende da mesma forma – sempre se renovando e se aprimorando em outros nascimentos e renovações.



Aquele espírito que nasceu vive mais que o ser, a sua existência percorre mais alguns tempos, porém também desaparecem.



Neste caso ele cumpre duas etapas – uma junto com o ser e a materialidade, e outra sem o ser e a materialidade, ou seja, após a morte do ser.







METABIOFENOMENIA.





Vê-se aqui que o desenvolvimento da vida não ocorre por acaso ou por meio de uma evolução. Mas sim, por meio da vitalização e transcendentalidade, onde os fenômenos são regidos por poderes, potencialidades, aprimoramentos naturais, metafenomenais existenciais, funcionalidades e transcendentalidade.





A vitalização é regida e arquitetada pelo propósito metafenomênico existencial.



Ou seja, o aprimoramento faz parte da vitalização é já existe como potencialidade imanente.







METAPSICOFENOMENIA.





A metapsicofenomenia –



É um existencialismo transcendental.



É um racionalismo transcendental.



É uma forma de inconsciente transcendental.





A existência tem um propósito divino.



E tem um direcionamento programado com o universo vital, e de poderes e potencialidades.



O inconsciente não surge na puberdade, mas faz parte do universo vital, e já nasce com o ser, é imanente, faz parte da natureza do ser e foi desenvolvido para funções específicas. Coordenar a vida e a mente independente do ser ter que voltar sua atenção para realizá-lo.



Assim, o inconsciente é uma ferramenta vital desenvolvida para trabalhar.



1- Primeiro para a vida.

2- Depois a mente.

3- E por fim para o ser.





A PROCURA DA PERFEIÇÃO FUNCIONAL.



O universo vital trabalha para produzir a perfeição funcional, para isto desenvolveu.



1-potencialidades,

2-inconscientes,

3-e uma programação para um constante aprimoramento.

4-E formas de transmissão destas ferramentas.



Ou seja, a essência da natureza vital é trabalhar naturalmente, e alguma má formação e imperfeição na funcionalidade do universo psíquico se deve a.



1-O universo vital de aquele ser já vêm com um direcionamento para aquela má funcionalidade e realização.



2-Se um individuo vier a ter problemas psíquicos ou mesmo funcional ou orgânico, é porque o seu universo vital já tem uma pré-disposição para aquele agravamento.







Outro ponto.



Na verdade o ser só existe, por que o universo vital o produz. O ser é só mais um elo nesta transcendentalidade, e que passa por altos e baixos, mas sempre em direção à perfeição através do aprimoramento.



E o que tem pré-disposição à agravamento não é o ser, mas o universo vital e o universo psíquico. Porém, o universo vital trabalhará para por a psiquê e a vida em ordem funcional e transcendental.





Logo, o inconsciente não é o inconsciente da puberdade, mas o inconsciente do universo vital, que produz, direciona e programa a vida, o inconsciente, a mente, e o ser. E que transcenderá aos descendentes.



Assim, o inconsciente é anterior [imanente] ao ser e transcendente.



Não se forma um novo inconsciente no ser durante a puberdade, ou uma nova mente nas crianças.



Mente e inconsciente são elementos vitais que nascem e fazem parte do da vida e do ser.



Assim, o inconsciente não é só transmitido por genes, mas sim, ele é transcendental e imanente, é parte da natureza vital e psíquica do ser.





Não tem origem no reprimido e não abrange o seu desenvolvimento na repressão, como defende a psicanálise.





A natureza, a essência, a origem, o desenvolvimento, o aprimoramento e a transcendentalidade são parte do universo vital, existencial, psicofenomênico e metapsicofenomênico.





Faz parte da natureza vital e transcendental e metavital. Ou seja, o homem, a mulher, o ser, as espécies são conseqüências do que a vitalidade produz.



O homem é o elo, a estrutura que a vitalidade produz na produção e aprimoramento vital e transcendental, para se manter e tornar-se imanente.





O INCONSCIENTE É IMANENTE E FAZ PARTE DA NATUREZA VITAL, E PROPÓSITO EXISTENCIAL E SE APRIMORA PELO UNIVERSO VITAL, PODER, POTENCIALIDADE E METAVITALFENOMENIA.





1-O inconsciente metavital é uma das ferramentas que regem a transcendência da vida.



2-O inconsciente vital é uma das ferramentas que regem o funcionamento da vida.



3-O inconsciente psíquico é uma das ferramentas que regem o funcionamento da mente.



4-O consciente psíquico é uma das ferramentas que desvelam o inconsciente.









O SENTIDO [DIREÇÃO] EXISTENCIAL DA VIDA.

INCONSCIENTE E SEXUALIDADE NATURAL.



O ser procura o oposto para se reproduzir por que já está imanente nele e faz parte de sua natureza vital, existencial, sexual, e transcendental.



Ou seja, a sexualidade não se molda num suposto complexo de Édipo, mas a própria natureza construiu a sexualidade e a reprodução para servir como ferramenta para a transcendentalidade e continuidade da vida.





Ou seja, o interesse pelo sexo oposto já nasce com o ser, isto faz parte da vida e do universo vital e existencial.



Pois, é no oposto que se tem os cheiros, cores, formas, hormônios, órgãos e funções metabólicas para a sexualidade e a reprodução para atrair o oposto para a reprodução.



Ou seja, a sexualidade não se molda e se estrutura durante a infância e fases fálicas. Numa atração do filho pela mãe, e da filha pelo pai.





Está atração pelo oposto é um direcionamento programado pelo universo vital e existencial que já nasce com o ser. E não se molda numa construção do inconsciente na fase da infância, ou puberdade.



Este inconsciente da puberdade não é defendido na teoria da metapsicovitalidade.



Pois, é defendido que o inconsciente faz parte do universo vital, e que está em constante aprimoramento e estruturação, mas dentro do ser e que é produzido pelo universo vital para servir como ferramenta à própria vida.



Este inconsciente além de ser vital, natural, nascer com o ser, ele também transcende aos descendentes. Pois tem esta função imanente nele de transcender.





Pois, isto é uma consequência da existência da vida. Pois é uma ferramenta construída pelo universo vital para funcionar para o próprio universo vital, sua funcionalidade, aprimoramento e transcendentalidade.





O ser contém a sexualidade e a reprodução para reproduzir a vida, a vitalidade e transcendei a existencialidade. Pois não é para reproduzir o ser ou a espécie.





Pois, a vida e a existencialidade são regidos por um propósito superior e metafenomênico. Pois, só há esta explicação para uma engenharia e um direcionamento tão programado quanto a vida.



Que envolve funções, produção de energia, órgãos, canais, reprodução, renovação, inconsciente vital e psíquico, etc.





A sexualidade é metapsíquica estruturada para a transcendentalidade da vida, e não do ser ou da espécie.



Ser e espécie são estruturados onde a vida transcende, se aprimora e perpetua.





O universo vital desenvolve e aprimora os órgãos, funções e metabolizações para a reprodução. A sexualidade é mais uma ferramenta criada pelo universo vital em prol da vida.



Logo, se todo o organismo está voltado e estruturado para funcionar com o sexo oposto. Logo, a mente também já nasce com este direcionamento programado.





Conclui-se assim, que tanto o inconsciente já nasce com o ser, quanto a sexualidade. Pois, a função primordial da sexualidade é a reprodução e a transcendência existencial. E a função primordial do inconsciente é ser uma ferramenta vital, existencial e psíquica.





Logo, não há um inconsciente de puberdade e fases fálicas, e muito menos um complexo de Édipo atuando sobre a sexualidade.





Não é a ser, a espécie, ou a psiquê que detém e rege a sexualidade e a reprodução, mas sim, o universo vital, transcendental e metaexistencial.





O núcleo da neurose se encontra no mau funcionamento psiquicovital, e que o ser já nasce com esta deformação funcional de seus antepassados.



E o núcleo da neurose não se encontra na repressão ou na pulsão de morte.







PADRÃO VITALPSÍQUICO.



Ou seja, há um padrão vitalpsíquico dentro do universo vital, e desenvolvido pelo mesmo e que é transmitido aos próximos seres.



Quando algum ser vivo ou tronco familiar tiver alguma alteração neste padrão vitalpsíquico, este ser terá comportamentos depressivos, neuroses, ânsia de morte e de suicídio, psicoses, etc.





No universo vitalpsíquico não existe superioridade de macho sobre a fêmea, ou da fêmea sobre o macho. Os dois existem para desenvolverem suas funções sexuais, reprodutoras e transcendentais em favor da manutenção da vida. E não de um sobre o outro.





Os órgãos são diferenciados para a realização da reprodução e precisamente da vida e de sua transcendentalidade.



Por isto que o espermatozóide é menor já para ter facilidade para penetrar no óvulo. Ou seja, o universo vital constrói o universo sexual e reprodutivo, e com o universo psíquico para desempenhar estas funções.



Ou seja, não é a sexualidade que determina a mente, mas a mente e a sexualidade possuem funções especificas no universo vital. E ambos foram desenvolvidos para serem ferramentas para desenvolverem suas funções.





OU SEJA, A SEXUALIDADE NÃO DETERMINA A MENTE, E A MENTE NÃO DETERMINA A SEXUALIDADE.



E a repressão e a pulsão de morte não determina a psiquê e nem um mau funcionamento vital. Porém, podem ter alguma influencia e levar a pessoa a ter neuroses e depressão se a pessoa já tiver na sua natureza vital uma pré-disposição para isto.





Valores de superioridade foram criados pela sociedade. Pois, macho e fêmea possuem suas funções definidas na produção da vida e da mente.



A fêmea tem a função da gestação do filho e da vida, por isto tem um universo emotivo e sensitivo mais aprimorado.



Pois, precisa de sentimentos para manter a proteção e amamentação do filho.







OS SENTIMENTOS SÃO UMA CONSTRUÇÃO VITAL PARA A MANUTENÇÃO DA VIDA.



Ou seja, cada ser tem a sua função conforme a necessidade vital e existencial da vida. Pois o objetivo não é o ser, a espécie, a mente, a sexualidade, mas a manutenção da vida. Para isto até os sentimentos são potencializados com maior intensidades em uns do que em outros. Conforme o seu sexo.



O filho macho já nasce e está imanente nele uma atração pelo sexo feminino, e a fêmea pelo sexo masculino. Ou seja, isto é imanente e natural ao ser, a sua mente a sexualidade.



Isto não se desenvolve depois, durante fases fálicas como defende a psicanálise.





A SEXUALIDADE NÃO DETERMINA A MENTE.



Ou seja, a sexualidade, os órgãos, os hormônios, as metabolizações e a mente já nascem com o ser e as funções que vão realizar.



Pois, o objetivo disto tudo é manter a vida e a sua transcendentalidade.



Pois, não é a mente, o ser, ou a espécie em questão, mas a vida, a vitalização, a transcendentalidade e a existencialidade.



A função da mente é como a sexualidade ou de um órgão qualquer que é manter a vida.



Mente e sexualidades são ferramentas vitais.









A RAIZ DO INCONSCIENTE.







INCONSCIENTE PRIMÁRIO IMANENTE E TRANSCENDENTAL.



Os pais não têm a sexualidade só para ter satisfação, prazer, ou ter filhos, ter reprodução ou aumentar as espécies. Mas sim, para ter a reprodução e transcender a vida. O seu anseio e desejo sexual é imanente e natural em função da reprodução que tem a função de transcender a vida para a manutenção da existencialidade.



Ou seja, há várias funções com um objetivo final que é a transcendência e manutenção da vida.





Pois, a sexualidade é inserida de desejos que se desenvolveu durante milênios, e que agora se encontra nos dois – pais e mães. E este desejo faz parte de seu inconsciente vital e transcendental, e de seu universo vital – psíquico – transcendental.





Assim, a sexualidade e o inconsciente fazem parte do universo vital e são regidos pelo universo vital.



E a sexualidade não determina o inconsciente, e nem o inconsciente determina a sexualidade.



Assim, a escolha do sexo não passa por complexo de Édipo, em que a filha vai se espelhar na mãe e vai desejar o pai. E o filho se espelhar no pai e vai desejar a mãe.



Pois, conforme os seus órgãos, hormônios, metabolizações que tem uma estrutura pronta para a finalidade transcendental para que nasceram, o inconsciente também já nasce com a sua estrutura pronta.



E isto não é só genético, mas sim imanente transcendental e de propósito metafenomênico existencial.



1-Assim, regendo a vida tem o propósito da existência.



2-E que transcende por imanência vital.



3-E a vida e o universo vital regem as funções vitais e psíquicas.



4-E estas o ser e a sua vida familiar e social.





Assim, a sexualidade não é uma escolha, uma imitação, mas já está inserido imanentemente em seu universo vitalpsíquico, e faz parte de seu inconsciente primário transcendental e vital.





E isto faz parte do universo vital – psíquico – transcendental.



Ou seja, não está no ser, no filho, mas sim, nas funções celulares e psíquicas transcendentais e que formam e produz o ser, o filho, a sexualidade, a reprodução.





O ser, as espécies são uma produção de seu universo vital – psíquico – transcendental.





Assim, a filha não imita a mãe, mas sim, a sua natureza vital – psíquica – transcendental se desvelará na forma de mãe. Pois, a filha já é uma mãe imanente, está inserido nela. Pois, todo seu universo vital, orgânico, psíquico, funcional, morfológico, metabólico, transcendental etc. é da mãe.



E isto não é só genético, mas também imanente.



O mesmo acontece com o filho.



Assim, filho e filha não têm atração pelo sexo oposto dos progenitores por causa de uma imitação durante fases fálicas, ou de um suposto complexo de Édipo.





Isto faz parte do universo vital – psíquico – transcendental, pois a reprodução acontece em todos os animais e plantas.





No caso de homossexualismo é porque há uma variação e diferenciação no universo vital psíquico e funcional, que esta diferenciação chegou até aquele ser.



Ou seja, esta variação não é só psíquica, mas também hormonal, metabólica e funcional.



Pois, todo ser homossexual leva consigo mudanças funcionais, hormonais e psíquicas do sexo oposto.



Pode-se considerar também que depressão, ansiedade, psicose, neuroses são causados por diferenciação no universo vital – psíquico – funcional. Que será transmitido ao ser e sua família. E que alterará as suas funções vitais – psíquicas, alterando o seu universo psíquico.





Assim, o suposto complexo de Édipo não é um fator estruturador da personalidade.

E nem da sexualidade.



E as deficiências psíquicas também têm origem no universo psíquico.





Assim, a personalidade tem a sua raiz [ causa e finalidade] na existencialidade e no universo vital.





Ou seja, a personalidade é imanente ao ser [nasce e faz parte de seu universo], e o universo vital transcendental e a estrutura por milênios, e transcende até aquela vida.



Ou seja, não está no ser, mas na vida que produz aquele ser.



O ser é um elo temporário, um estágio estruturante da vida, do universo metavitalpsíquico que se transcenderá aos descendentes após ele.





Esta transcendentalidade também se encontra na racionalidade, nos sentimentos, na emoção, no comportamento.





As neuroses, psicoses, ansiedades, depressão, vontade de suicídio tem origem no mau desenvolvimento vital-psíquico do tronco vital que o ser foi originado.





Ou seja, ele é o que recebeu e o que está dentro dele, e o que o produz, e transcenderá aos descendentes.



Ou seja, não é apenas genético, mas também imanente.





Se o ser vier a ter um desenvolvimento psicótico de neuroses com a idade é por que este mau funcionamento já faz parte de sua natureza vitalpsíquica, está dentro dele e faz parte de sua natureza vitalpsíquica.





1-A raiz da psicologia e biologia se encontra no sentido existencial da vida na transcendentalidade em direção a eternização da vida.



Ou seja, faz parte de um propósito metafenomênico existencial que é a essência da vida

.

É da onde brota o alimento apara a manutenção da vida, da mente, do ser e da existência.







2-O tronco, o pilar principal é o universo vital.





3-Os galhos e as folhas são a interação do universo vital e psíquico com o universo externo. Que são elementos, alimentos, temperatura, valores existenciais.





4-Os frutos e as sementes são a reprodução, renovação celular, sexualidade, mente, sentidos. Onde o universo metafenomênico se concretiza na perpetuação através da transcendentalidade e do propósito existencial.



O SER É A ÁRVORE. A VIDA É A ESSÊNCIA VITAL QUE PRODUZ A VIDA.



Observação. A essência vital não é a seiva vital. Mas sim, a essência vital é o universo vital de poderes e potencialidades que complementam o universo vital.









Não é o conflito, a violência, a repressão que constitui a primeira e mais fundamental determinação do ser humano. Mas sim, é a natureza vital, o universo vitalpsíquico, poderes e potencialidades, e um propósito superior. E que é imanente ao ser, a vida, e a mente.



Isto faz parte da vida que constitui o ser.



A vida é uma continuidade e o ser é um elo temporal. É só a estrutura. A vida é a essência vital.





O pilar central, a raiz imanente, a interação com o cosmo são o poder, é o universo vital e transcendental, e o propósito existencial que também é metafenomênico.





ASSIM, NA PSICOLOGIA NÃO EXISTE UM CENTRO, AONDE TUDO SE REFERENCIA, POIS HÁ VÁRIOS COMPONENTES REGENDO A MENTE, A PERSONALIDADE, A RACIONALIDADE, ETC.



Como.



1-O poder, e a potencialidade.

2-O propósito existencial.

3-O universo vital, vital-psíquico, e existencial.

4-O sentido e programação transcendental.

5-A imanência.

6-O aprimoramento.

7-A ordem e a harmonia.

8-O direcionamento programado para o aprimoramento.

9-O metafenomênico e o fenomênico.





Assim, o inconsciente vital e psíquico, a consciência, o eu, a personalidade, possuem um direcionamento próprio no universo vital.



Assim, o ser, o homem e seu universo psíquico são regidos pelo universo vital. E que é imanente à própria existência.





Assim, a mente não se estrutura pelo outro, pelo oposto, pela suposta inconsciência da puberdade, por fases fálicas.



Mas sim, já nasce com o ser, faz parte da sua natureza vital, é imanente e transcendental e possui um propósito existencial na função da mente como ferramenta para trabalhar em função da vida e da vitalidade.



E o ser não é o centro da existência e da mente, mas a vida que produz o ser e a mente. E não ser e mente que produzem a vida e a existência.


METAPSICOLOGIA GRACELIANA – segunda parte.




Teoria da vital-psico-existencialidade.

Psicovitalidade e psicofenomenalidade.







Autor – Ancelmo Luiz graceli.



Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.



Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.



ancelmoluizgraceli@hotmail.com



Colaborador. Márcio Piter Rangel.



Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.



Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.









SENTIDO DA PRODUÇÃO DA VIDA.



PODER E DIRECIONAMENTO PROGRAMADO.





A vida é feita e programada para se renovar e se aprimorar. Isto faz parte da natureza da vida.





O objetivo e [a essência] da vida é mantê-la em funcionamento, para isto que a vida produz infinitos mecanismos para manter a vida.



Mecanismos como. Imunidade, anticorpos, reconhecimento de ataques por vírus e bactérias, renovação celular, aprimoramento funcional e vitalpsíquico, inteligência vital, mente, cérebro, metabolismo, reprodução, mimetismo, etc.



Ou seja, é uma engenharia que funciona na sua essência de ser.



Não somos resultado de uma evolução materialista, mas de poderes vitais, potencialidades, inteligências metafenomênicas que rege, programa coloca em funcionamento e programa para se aprimorar.



Logo, a matéria não teria tamanha inteligência. E o acaso não construiria tamanha engenharia e obra. Voltada para funcionar, se aprimorar e transcender.





O psíquico, o reconhecimento vital, a inteligência vital são mecanismos criados pela vida para desenvolverem funções específicas em favor da vida. A mente é um mecanismo como qualquer outro órgão que tem função e essência de ser no universo vital.







Os sentimentos, as emoções, os instintos, o eu também têm a sua função em prol da vida.





Ou seja, a matéria, a evolução não construiria tamanha e infinita engenharia e obra de poderes, potencialidades, funções, aprimoramentos e programação para funcionar. Logo, é metafenomênica o propósito da vida, da mente e da existencialidade.





É um sistema de transformação química, renovação celular, renovação de órgãos e orgânulos, aprimoramento funcional e direcionamento psíquico.



Cada célula que compõe um corpo é um ser que pensa, tem sentidos e instintos e direcionamentos vitais e funcionais.



Cada célula tem em si registrada todas as funções que podem realizar, porem só realizam aquela função naquela situação em que se encontra.



E se tiver algum mau funcionamento a própria célula está programada para detectar este mau funcionamento e tem a potencialidade de resolver o problema.



As células e orgânulos têm programação vital e existencial para realizar funções vitais e psíquicas.



Elas nascem, se renovam e transcendem às outras a programação vital e psíquica.



Os sentidos, os instintos e inteligência das células não são os mesmos do ser vivo, porém têm uma função especificas na produção e manutenção da vida.





A vida é uma essência que a célula carrega consigo.



A célula não é só o orgânulo, mas sim todo seu universo de funções vitais e potencialidades de sentidos.





Ou seja, o ser é o conjunto de infinitos, ínfimos de seres em renovação.



Quando um animal pega um vírus, primeiro é feito o reconhecimento depois é produzido anticorpos para atacá-los.



As células trabalham em conjunto e se protegem em conjunto. E todas possuem as potencialidades que as outras possuem.



A psiquê também faz parte do universo vital das células.





Há um fluxo de aceleração e desaceleração, de intensidade de funções nos processos e metabolizações bioquímicas e biofísicas do organismo.



E também no psíquico.





Qualquer célula está apta a produzir outros seres, se reproduzir. [isto já foi provado na clonagem].



E todas atacam e se defendem e tem potencialidades para se aprimorarem, em todas as funções.



Assim, cada célula e orgânulo são um ser. E a própria vida é um ser próprio.



Assim, vemos que a vida tem algo a mais que a evolução, pois do nada ou da matéria não surgiria tantos poderes, potencialidades, programações, direcionamentos, engenharia funcional, funcionalidades, metabolizações, imunidades, produção de energia, sentidos, instintos, racionalidade vital, psiquê, capacidades de reprodução e regeneração e renovação de células, orgânulos, órgãos, e aprimoramentos.





E infinitas células-seres se unirem entre si para formar um gigante ser. Que são os seres vivos [animais e vegetais]. Pois, eles têm a capacidade de interagiram melhor na união e na aproximação entre eles, formam dos seres.



Ou seja, a vida se protege na aproximação das partes menores [células], melhora a interação e o aprimoramento vital da vida nas células.





Assim, a vida é constituída de.



1-Um regimento de um poder superior.

2-Tem o seu próprio poder.

3-Desenvolve potencialidades.

4-Possui um propósito para existir.

5-Tem uma programação e engenharia funcional, transcendental.

6-Tem uma racionalidade própria.

7-Tem uma potencialidade própria para se aprimorar.

8-Procura a melhor forma de interação, para manter-se na sua existência.





Assim, o objetivo racional e existencial das células é se unirem, interarem-se para transcenderem em novos seres e descendentes, e com as mesmas e aprimoradas funções.



Ou seja, o ser vivo só é um ser com muitas células por que a vida achou melhor a união de varias células e de varias funções produzindo um só ser com uma imensa quantidade de células por que ela achou melhor para a sua sobrevivência e existencialidade. Assim, em um ser vivo há infinitas células-seres, e cada uma com a sua função.

E cada vida em cada célula é um ser.





As células têm a programação e direcionamento da produção da vida, que promove a produção, manutenção, defesa, interação, regeneração, renovação, reprodução, aprimoramento, e transcendência da vida.





Uma evolução doa caso, da materialidade não criaria isto tudo nas células [nada surge do nada].



A vida surge de um propósito maior, pois por trás da vida está a necessidade da existencialidade. Pois vemos uma engenharia química, física, estrutural, variável, em aprimoramento que trabalha em prol da vida e da existência.





Pois o ser, primeiro é a existência. Depois a vida com seus poderes e potencialidades.

E por fim a estrutura que os mantêm em pé.



Porém, a vida em seres menores possuem maiores condições de potencialidades [ver biologia da inversão graceliana]. E os espíritos que vivem sem a matéria e vivem mais.



Assim, as células carregam com elas a essência da vida. Porem a vida é uma coisa e a estrutura é outra coisa.





Assim, cada célula é um ser e cada vida em cada célula é um ser.





Assim, a vida é um poder é um universo que envolve potencialidades, poder, engenharia, metabolizações, racionalidade, etc.



E que possui a sua própria psiquê de reconhecimento de invasores ao seu sistema e passa a construir anticorpos para ataca-los.





Ou seja, a vida possui a sua vertente e sentido existencial, sua psique vital em que a essência da vitalização é manter a vida em funcionamento e aprimoramento.





Logo, dizer que a matéria evolui para construir a vida é dizer que a matéria possui em si e imanente a essência da vida. E como dizer que a sobre a racionalidade vital, da engenharia física, química, psíquica, elétrica, estrutural, metabólica e de aprimoramento que envolve a vida. Ou seja, só um poder superior, um propósito supremo para reger todo este universo de potencialidades e engenharias.





E junto com as potencialidades e engenharias há uma psiquê vital que rege a vida para sua existencialidade.





ASSIM, A ESSÊNCIA DA PSIQUÊ NÃO ESTÁ NO INCONSCIENTE, MAS SIM, NO PSIQUÊ VITAL DA PRODUÇÃO DA EXISTENCIALIDADE.





Se formos classificar a inteligência e o poder.



O divino [que tudo rege].

O vital [que tudo reconhece].

O biológico [que tudo processa e metaboliza]

O psíquico [que trabalha e é uma ferramenta da vitalidade].







TEORIA DA VITAL-PSICO-EXISTENCIALIDADE.





A VITALIDADE CRIA O EU E A MENTE, E CRIA O SER E SUA PERSONALIDADE PARA UMA FUNÇÃO EXISTENCIAL.





O inconsciente vital, natural e inato e imanente surge e é uma programação e produção do universo vital.





O universo da realidade cria o eu.



E o eu é um estágio do universo da realidade.





O eu e o inconsciente que programa, produz e estrutura o ser no universo existencial.





A terapia é situar o ser no universo como ser existente e com função transcendental, vital e para ser feliz. É o auto conhecimento de si no universo existencial.





A vitalidade processa e produz o eu que já foi programado anteriormente para tornar-se aquele ser e fenômeno. Ser feliz, existir e transcender para o futuro.





A essência do eu não está na mente, no psíquico, mas sim, nos universos da realidade, na vitalidade e na sua função transcendental, para cumprir o seu propósito existencial.



Que se encontra imanente no vital-inconsciente recebido do passado, processado no presente, e com função vital-inconsciente para tornar-se realidade no futuro, ou seja, função também transcendental.



Assim, a vida, a existência, o eu têm função de manter o passado, processar-se com estágio e elo vital-psíquico-existencial no presente. E tem função imanente existencial e metafenomênico de transcender-se para o futuro.



E ainda se aprimorar. E o aprimoramento faz parte da essência de sua natureza





Assim, a terapia é situar o ser como componente do universo, e sua função como elemento fundamental da realidade.



Sempre exaltando o ser que existe dentro da pessoa.











SETE UNIVERSOS FUNDAMENTAIS DA REALIDADE.



1- Universo divino e espiritual.

2-Universo vital e de potencialidade.

3-Universo biológico e metabólico.

4-Universo mental, racional.

5-Universo dos sentidos.

6-Universo físico e transcendente.

7-Universo químico – de estruturas e matéria.









Assim, a essência do eu não é o inconsciente, ou conscientes, pulsões ou líbido.





Mas, sim, é o universo vital que programa e produz este eu.





E o eu é o objeto deste universo, e não o sujeito, ou seja, a essência não está só dentro do ser. Mas sim, o ser e o eu é uma consequencia deste universo vital-psíquico-existencial.





Que inclui todo, antes, no momento, depois que determina o eu.



E o eu tem uma função transcendente no universo da vitalidade e das funções vitais e psíquicas.



Assim, a essência aqui é o eu e o ser no universo, na vitalidade, na funcionalidade, na transcendentalidade e na existencialidade.



Ou seja, a essência não é o psiquismo e a consciência, ou inconsciência, ou sexualidade.



1-É o ser vital e não psíquico.

2-É o ser transcendental e não inconsciente e consciente.

3-É o ser existencial e não na sexualidade.



O eu não está só na mente, mas sim, em todo universo vital que constitui o ser.





Se o sofre uma do todo o ser também sofre. Pois a dor faz parte de todo seu corpo e circula todo sistema de nervos.



O prazer não se realiza só no cérebro, mas em todo universo vital, funcional, metabólico, biofísico e bioquímico, mas também o transcendental e o existencial que está inserido no ser.





A natureza vital é o mais importante do ser, pois aí se encontra o direcionamento, programação e funcionalidade geral do eu e da existencialidade.



Pois, também se programa, projeta, assimila, processa e aprimora os instintos, sentimentos, racionalidade, eu, personalidade e a transcendentalidade do ser.





O universo psíquico tem o centro programador, provedor e assimilador de todos os elementos da mente.





A transcendentalidade é o projeto e programação do ser e da mente para o futuro, para isto ele já desenvolve e aprimorou a reprodução, a sexualidade, os hormônios, renovação celular e órgãos, etc.







O QUE REGE A MENTE É UMA RACIONALIDADE VITAL-PSÍQUICA-EXISTENCIAL







Ou seja, o que rege a mente é uma racionalidade vital-psíquica-existencial. E que rege e produz o inconsciente vital, o consciente, o eu, a personalidade e os comportamentos.

Os sentimentos e instintos e emoções.



Ou seja, por trás da psique há uma programação, um projeto, um propósito voltado para funcionar e transcender.



O inconsciente também é uma racionalidade.



Assim, a essência do eu não está no inconsciente ou consciente, mas sim, na natureza vital e sua racionalidade e que produz o eu transcendental, funcional, psíquico, e existencial.





Ou seja, a psique não é só inconsciente, mas também inconsciente vital e racional-vital-psíquico-existencial.





Como também não está só na mente, mas se processa em todo seu ser, corpo e funcionalidade.



E também em seu universo anterior [imanente], momentâneo [processamento], e posterior [propósito transcendental e existencial].



Por isto que é universal, vital, transcendental e existencial.





Está além de seu ser, do seu psiquismo, e todo ao mesmo tempo inserido nele. Assim, para ficar concentrado pode-se falar que há um universo geral agindo e produzindo o eu. Que produz o eu, projeta-o e o lança para o futuro.





Gug 4 [ grande unificação graceliana 4] – o eu é o complemento e a interação de vários universos.





Assim temos. Poderes e potencialidades.



1-Vitalização.



2-Transcendentalidade.



3-Existencialidade.





1-O eu existe num mundo de poderes e é produto deles.



2-A vitalização é uma consequência dos poderes e que produz e hospeda o eu.



3-O eu é mais uma ferramenta do universo vital e transcendental.



4-A consciência e a inconsciência de si no mundo são elementos em favor da continuidade da vida e existencialidade no mundo.



5-A mente não é regida por uma inconsciência, ou sexualidade, mas por uma racionalidade vital-psíquica-existencial.





E o eu é mais um elemento produzido pelo universo vital, e tem identidade e particularidade própria.





O eu mesmo sendo um ser em si, um puro ser, é um ser dependente e interelacionado com os outros universos.





Recebe e é produzido pelos universos [natural e imanente, de poder, de potencialidades e transcendental] e passa a ser um agente fundamental do universo existencial.





Assim, o eu, a psiquê, a personalidade, os sentimentos, emoções, instintos, pulsões, libido, inconsciente e consciente são tudo causa da vitalização de do universo vital. Pois são ferramentas produzidas pelo universo vital para trabalhar em função da vida.





Na manutenção, produção e transcendentalidade da vida.



E também no aprimoramento da vida e da psiquê.



A vitalização produz no corpo o seu próprio psiquismo e racionalização, prova disto temos no reconhecimento pela vitalização de corpos estranhos quando o organismo passa a produzir anticorpos para combatê-los.









Assim, O RACIONAL-VITAL-PSÍQUICO QUE REGE O MUNDO PSÍQUICO.



O racional vital que estrutura e aprimora as defesas do corpo e da mente. Que produz os instintos, sentidos, sentimentos, emoções, inconsciente vital, inteligência vital, pulsões, etc.





Ou seja, não é o inconsciente produzido durante a infância que determina a estrutura da psiquê. Mas sim, o inconsciente vital e imanente, e a racionalidade vital que existe dentro do ser, produzida pela vida.



Pois a vida produz a mente para servir como sua ferramenta.





Assim, o universo racional do corpo vital que envolve todo o corpo com todas as suas funções vitais, inclusive a mente são os componentes que produzem e regem a mente.





Ou seja, O EU NÃO ESTÁ SÓ NA MENTE, MAS EM TODO O SER, regido racionalmente pelo poder, potencialidade e funções vitais imanentes, processuais e com propósito transcendentais.



E é isto que determina o eu como o eu existente como elemento do universo vital, transcendental e existencial, que tem a função de servir como ferramenta transcendente do universo vital.





Ou seja, o eu é uma ferramenta vital-psíquica-racional-existencial criada, aprimorada, e processada pelo universo vital que tem a função existencial de servir ao universo vital em primeiro plano, e só depois ao universo psíquico.







Assim o eu é antes de tudo uma ferramenta vital, racional, transcendental e existencial, e ter a consciência de si para servir como função vital do universo vital e psíquico.







CONTRA A REPRESSÃO.





Não é a repressão que determina o psíquico, já nascemos como psíquico, pois é uma produção da vitalidade.



Os distúrbios e traumas são consequencia de maus funcionamentos vitais.



Algumas pessoas podem sofrer com agressões psíquicas e a vir a ter traumas, porém está pessoa já tem uma pré-disposição vital-psíquica para este agravamento, que pode ser tornar neuroses e psicoses e depressões.



Não é só genético, mas imanente e faz parte da vitalidade do ser.



E se o ser tem distúrbios é por que já nasceu com uma má formação vital. Que foi sendo transcendida dos antecedentes até ele.





Exemplo disto pode-se citar o falecimento de um pai. Onde vários irmãos podem assimilar este fato muito bem, enquanto outros não, e isto vir a lhes trazerem depressões.



Ou seja, os desvios, distúrbios, traumas, neuroses, psicoses, ansiedades, depressão, ânsia de suicídio, etc. são elementos que já nascem com alguns seres, e em alguns fica aí adormecido, podendo aflorar a qualquer momento. Porém isto se deve a pré-disposição vital-psíquica do ser.





Assim, a base estrutural da mente já nasce com o ser. É imanente ao ser.



E não se forma durante uma fase fálica ou um suposto inconsciente da puberdade.



Ou seja, a mente não está no homem, no ser, na sua interação com a sociedade. Mas no seu universo vital e natureza vital.





Ou seja, a natureza vital determina a racionalidade vital produzindo o inconsciente vital, consciente, instintos, emoções, pensamento lógico, raciocínio, sentimentos.



E também produz os distúrbios psíquicos pelo mau funcionamento vital produzido pelo universo e natureza vital, que são as depressões, neuroses, ansiedades, vontade de suicídio, tendência homicida, etc.



Assim, o inconsciente não se forma com a infância, já nasce com o ser, que é uma causa e ferramenta vital.





O poder, a vitalidade, a transcendentalidade e a existencialidade são as bases e alicerces fundamentais da psicovitalidade.



O inconsciente é uma racionalidade vital.









TRIPÉ DA VIDA E DA PSIQUÊ.





Assim, a base, o alicerce da vida e da psiquê com todos os seus elementos funciona num tripé, ou seja, em três bases fundamentais e únicas.



Anterior e posterior - Propósito metafenomênico existencial.

Anterior - Imanência.

Momentâneo - Universo vital e seu processamento e programação.





Assim, não está na repressão do inconsciente, na vida sexual, nos acontecimentos infantis.



Mas sim, nasce com o ser, faz parte da sua natureza vital, psíquica, existencial e transcendental.



Não são os elementos fora do ser que molda o eu, mas sim, os internos.



O eu é uma estrutura pronta, e que pode sofrer alterações se tiver tendências e pré-disposição psíquico-vitais de mau funcionamento do universo psíquico-vital.





O eu centrado, o voltado para si, o mim possuem intensidades, e a maior intensidade é durante a fecundação e a gestação, pois nesta fase o seu universo vital se encontra no seu ápice de funcionamento na produção da vida, do ser e da mente, com intensas produções de substâncias, metabolismos e produções biopsíquicas.





Pois, nesta fase o ser não conhece o mundo externo e nem a sexualidade, instintos, pulsões, libido, inconscientes, porém estes elementos já estão inseridos, faz parte da sua natureza vital, psíquica, e existencial. Ou seja, é imanente.



Assim, temos aí uma causa imanente e transcendente, e que o ser vai carregar e transcender aos descendentes.





Assim, a psicovitalidade tem a sua essência e causa na origem e na natureza vital.







BASE FUNDAMENTAL DA TEORIA.





Assim, a função da mente e do eu, a essência, a natureza, a função da sua existência é.



1-Existir como consequencia e causa da vitalização transcendental, processual, funcional e existencial.





a- Transcendental – a vitalização produz e aprimora a mente e o eu e os transfere aos descendentes.



b- Mantém esta transcendentalidade por processos e produção funcional.



c- Essencializa como processos, funcionalidade e metabolização.



d- O eu e a mente são ferramentas construídas pela e para a vitalização para realizar funções especificas.



c- e passa a ter a consciência e a inconsciência existencial de si no mundo da vitalização. E esta consciência e inconsciência existencial só existem porque a vitalização os construiu para funções especificas para ajudar no direcionamento interno e na interação com o mundo externo.





e- a vitalização possui a sua própria psiquê, prova disto é o reconhecimento de corpos estranhos ao corpo e a funcionalidade, e a vitalização passa a construir mecanismos e anticorpos par ataca-los. Ou seja, a vitalidade possui uma racionalidade própria.

Como também constrói vários fenômenos. Assim, temos poderes, potencialidades, funcionalidade, imanência, transcendentalidade, existencialidade nesta teoria.





Ou seja, a transcendentalidade e existencialidade psíquica existem como ferramenta para funções de consciência e existencialidade. E que existe como projeto e programação pela vitalidade e mantido pela vitalização.









SOBRE A SEXUALIDADE E O PODER VITAL.



Os filhos não se espelham nos pais para a formação da sexualidade, pois a tendência e o padrão sexual faz parte de origem e natureza vital que é natural e imanente em todos os animais.



Alguma alteração é parte de uma alteração vital-psíquica ou de uma educação direcionada.



Pois, pois os animais não têm repressão, defesa e não passam por um complexo de Édipo. Ou seja, a sexualidade não tem uma origem numa inconsciência da puberdade ou de uma imitação dos pais.



Pois, a sexualidade é imanente e natural ao ser, pois até os seus órgãos são moldados para funções de reprodução e transcendência da vida.



Ou seja, a sexualidade é mais uma ferramenta em prol da transcendência da vida.



Assim, o molde, a estrutura da sexualidade é transmitida ao homem e a mulher pela natureza vital transcendental.



E a natureza vital determina o ser, o eu, as emoções, o tipo de personalidade e a racionalidade e tipo de pensamento lógico.



Ou seja, a sexualidade não é só psíquica, mas fundamentalmente vital, existencial e transcendental.



Como também os outros elementos da mente.



Tanto é verdade que o corpo e órgãos estão com formas para funcionar em prol da vida. E a mulher tem um metabolismo próprio na fase da formação do óvulo, da fecundação, da gestação e da amamentação. E o seu psíquico como o corpo também muda com cada fase. E esta formação e mudança são imanentes e naturais ao ser.



Assim, a vitalização produz a metabolização e mudanças biovitais, vitaispsíquicas, físicas e químicas na produção da sexualidade.





A realidade psíquica existencial é a produção do poder atuando na produção da vitalização que age na produção psíquica e existencial.





A essência da existencialidade psíquica se encontra na ação do poder vital na produção da vitalização biológica e psíquica.



Pois, a mente é uma ferramenta construída pela vitalização para servir ao funcionamento e aprimoramento da vida.



A mente não está só no cérebro ou só no seu funcionamento, mas no conjunto de todo corpo vital e biológico, do antes [o imanente e natural], do momentâneo [o processamento e realização], do depois [da existencialidade, transcendência e propósito], ou seja, o projeto, o funcionamento e a transcendência para o futuro. No objetivo de continuação e aprimoramento da vida.





Pois, vê-se que o aprimoramento vital possui poderes e potencialidades psíquicas vitais que não se encontra na mente, como defesas e produção de anticorpos, aceleração do metabolismo, produção de órgãos, aprimoramentos vitais, etc.



Para esta concretização o universo vital trabalha pelo ápice funcional, assim, ele sempre procura produzir a felicidade e emoções na sua plenitude.







O ser não sabe, mas o psíquico-existencial e vital tem conhecimento na forma racional-inconsciente vital de que há uma programação e continuidade através da função da sexualidade. Que tem como função e objetivo a transcendentalidade e a continuidade.





Assim, a essência da mente não está no inconsciente psíquico, inconsciente da infância e puberdade, e não se estrutura por repressão como propõe a psicanálise, mas sim, o inconsciente é o inconsciente racional-vital que se encontra em todo o corpo biológico e universo vital e não só na mente.



E tem por função reger a funcionalidade da vida e da mente, e da sua transcendentalidade e aprimoramento.





Ele tem origem imanente e aprimorada para desenvolver esta função vital-racional e psíquica.





Ou seja, o psíquico vital produzido pelo poder vital é o ápice principal de todas as psiques, da vitalidade e do cérebro [como órgãos, e produção de energia, metabolizações, etc.].



Por isto que a mente é uma consequência e ferramenta da vitalidade e trabalha em função da existencialidade plena e absoluta. Que é ser feliz, alegre, saudável, pois isto garante um melhor desenvolvimento da mente, do ser, do eu, das emoções, da vida e da vitalização.





Pois, a mente é uma ferramenta construída pela e para a vida, e a vida existe para a existencialidade, e a existencialidade e a vida são a luz do criador. Pois a existência é um propósito que vai alem da materialidade, do acaso, do improvável. Pois há por trás de tudo isto uma racionalidade.





Assim, a sexualidade tem função vital-psíquica-existencial que se processa e tem função através da reprodução, e que tem a função e essência de transcender a espécie e o ser com novos nascimentos.



Porém, o ser não apenas nasce, ele dá continuidade a uma escalada vital, psíquica, imanente e existencial através da fecundação do óvulo com o esperma.





Ou seja, a sexualidade, o libido, a reprodução existem porque foram produzidos e aprimorados pela vitalização, produzindo a transcendência para continuidade da vida. Assim a vitalização continua a sua existencialidade.



O ser é a estrutura que processa e transcende a vida.



A essência vital, a programação e direcionamento vital fenomeniza o ser, a mente, e as formas dos órgãos e seres e espécies.



Ou seja, a programação, direcionamento para a continuidade da vida que produz os fenômenos vitais e a sua forma e estrutura produz, a mente, as espécies.





O mesmo acontece com o eu, a personalidade, a racionalidade, os instintos, etc. isto tudo são formas e estruturas que existem como ferramentas para trabalhar para a vitalidade.





Assim, temos, A ÁRVORE VITAL E PSÍQUICA.



1- o solo, a luz e a temperatura e a água que da origem a arvore vital – que é o divino, o poder, o propósito e a existencialidade.



2-A raiz que é a imanência, o poder e a potencialidade.



3-O tronco que é a programação, o direcionamento, o regimento, a continuidade.



4-Os galhos e folhas são as interações com o mundo e o processamento interno. Que são os elementos vitais, psíquicos, órgãos, funções, produções, aprimoramentos, etc.



5-E os frutos são a vida e sua continuidade.



6-A seiva é a imanência.



7-E as sementes são a transcendentalidade e continuidade através da sexualidade, reprodução, renovação celular de orgânulos, renovação de órgãos e regeneração, brotos e sementes.



E todo sistema é todos os elementos com suas funções e transferências.











A essência da mente é só o inconsciente vital, mas toda ação natural, transformadora e funcional da vida que age dentro do ser e o produz. Ou seja, a essência da psiquê, da mente não é o consciente ou inconscientes da infância. Mas sim, todo universo vital e funcional da vida e do ser.







Não se encontra só no cérebro, mas em todo organismo funcional de vitalização que forma o ser.



A essência do ser não está na consciência de si no universo, mas sim, está na funcionalidade vital de si.





Ou seja, a mente existe não em função da psiquê, mas sim em função da vida e dos processos de vitalização de todo ser, inclusive de aprimoramento da vida e de sua transcendência.





Assim, a base, a estrutura e essência da psiquê não são o eu, o consciente ou inconsciente, mas sim, o universo vital que programa e produz a vida, compõe todo ser, com suas células e funções, aprimoramentos e transcendências.











O INCONSCIENTE VITAL.





Não é o inconsciente produzido pela repressão de fases da sexualidade, e defesas que foram defendidos pela psicanálise.



Mas sim, uma natureza vital e psíquica que se processa e transcende dentro do ser, e que programa e rege todo funcionamento dentro do ser e não só da mente e do cérebro.



Este universo vital-psíquico é o inconsciente do ser e que trabalha para manter vivo, transcender e dar continuidade a existencialidade da vida.





Uma célula-ovo já possui uma natureza vital-psíquica, esta herança é imanente, e a programação de aprimoramentos também é imanente.



Pois a vida e o ser trabalham para manter-se vivos.



Na fase da gestação que o ser tem a sua maior atividade funcional, metabólica, hormonal, morfoestrutural, vitalpsíquica, psíquica e vitalfísica.





A ESSÊNCIA FUNDAMENTAL DA MENTE.





A essência fundamental da mente, do eu, do inconsciente vital é a existência, ou seja, a vitalidade construiu a mente e mantém a sua funcionalidade para servir como mais uma ferramenta para trabalhar em função da existência da vida.



Ou seja, existir é o fundamento da vida.



E este fundamento está além da natureza vital. Pois o ser existir em função da vitalidade, que vêm de um poder superior, que é o poder divino.



Pois, este é o sentido que direciona e rege o universo vital, psíquico e todo o cosmo na sua ordem e harmonia.









O ALICERCE, a coluna principal e fundamental da psicovitalidade se encontra.



1-No poder voltado e programado para a produção da vida.





2-Na vitalidade que produz os sentidos celulares e programação da produção da vida. Quanto maior a produção vital maior os sentidos celulares e mais intensos os elementos psíquicos. Por isto que na fase uterina o ser se encontra no ápice vital, psíquico e existencial.





3-Na existencialidade – o ser existe e tem uma função com a sua existencialidade – que é a própria existência. Ou seja, o ser é inserido de poderes e potencialidades, vitalizações, sentidos vitais e psíquicos e tem uma função existencial no universo da luz e da graça.







Ou seja, o ser não só existe como consequência e causa vital, mas sim, a sua vitalidade se aprimora e funciona para o ser perpetuar na sua existencialidade.



Assim, o ser é uma causa e consequência de um projeto maior, e que está em todo universo vital.





Estando tanto dentro dele, e por ele ser parte do universo vital, como também ser uma programação e projeto e fenômeno universal.





Assim, ser um existente não é só estar no mundo, mas sim, a sua permanência tem a principal função que é existir.





Ou seja, não existimos por causa da biologia, vitalogia, psicologia, mas sim, elas existem e são ferramentas criadas e aprimoradas para servir a existencialidade.







POIS, EXISTIR É O PROPÓSITO MAIOR.



E a essência vital trabalha para manter e aprimorar a vida, e manter a existencialidade da vida.



Aqui o componente principal é.

1-Primeiro a existência. Que é o propósito.

2-Segundo a vida. Que mantém a transcendentalidade e a continuidade.

3-E terceiro o ser. Onde desenvolve os fenômenos.







A vitalidade produz o eu centrado e o SENTIDO VITAL DA EXISTÊNCIA DO SER. É como se fosse a psiquê do corpo que a funcionalidade produz.



Porém, o corpo não é só corpo material, metabólico e funcional, mas também contém.



1-Poderes.

2-Potencialidades

3-Programações, direcionamentos,

4-Projeções, aprimoramentos e funcionalidades.

5-Eu centrado.

6-Sentido vital da existencialidade da vida e do ser.

7-Imanências e propósitos.







O SENTIDO EXISTENCIAL DA MENTE.



A base estrutural da psiquê não está só no cérebro, mas em todo corpo funcional, metabólico, vital e de sentido existencial.





Ou seja, o ser também possui a sua mente, e ela trabalha para um sentido da existência da vida em primeiro lugar, e manter e sua continuidade.



Depois trabalha para mantê-la na sua essência existencial e vital.



Em terceiro lugar trabalhar para manter o ser e a própria mente em todos os seus objetivos e projeções e programações que está projeta e programada para desenvolver e se aprimorar.





Assim, a mente tem mais uma função que é manter o sentido existencial da vida e do ser. É isto é imanente à própria mente.



Imanente [anterior, natural, aprimorada, transcendental].







O ser não é único, mas vários, inclusive ele é dois na sua estrutura básica – do lado esquerdo e direito, pois um dos lados é consequência do esperma masculino, e o outro do óvulo. Ou seja, as características fundamentais não estão só no gene, mas em toda célula. Isto se confirma no sistema nervoso, na circulação sanguínea, no formato de todos os órgãos [são dois ou tem dois lados].



Ou seja, não há uma união formando um novo ser, mas o ser anterior se mantém nos seus descendentes.



Inclusive com características psíquicas e vitais.



E isto tem uma ação fundamental sobre o sentido vital existencial e produção da mente.





Pois, o sentido vital existencial produz o eu e o eu centrado.



Assim, antes de tudo a psiquê é de causa existencial e vital, e não de causa social, sexual, ou de inconsciente da puberdade.





Assim, a mente possui uma causa de.



1-Poderes e propósito.

2-Potencialidade.

3-Universo vital.

4-Sentido vital existencial.

5-Aprimoramentos.

6-Programações e direcionamentos.

7-Imanência e funcionalidades.





A essência da psiquê está em todo corpo vital e de sentido existencial.





O corpo vital trabalha para a existência do ser e de si.



Pois, todo corpo vital possui as suas inteligências, poderes e potencialidades voltadas para o funcionamento e aprimoramento vital, existencial e psíquico.





O sentido vital existencial é a vitalização para sua funcionalidade eterna, continuidade, que transcende aos seres e à vida.



Pois, cada célula possui o seu sentido vital e existencial e isto que forma a base estrutural do sentido vital existencial do novo ser e de sua psiquê.





A genética transfere características. E o sentido vital existencial é uma programação voltada para a funcionalidade, reconhecimento, defesa e ataque, aprimoramento e transcendência, vida, novos seres e psiquê.





Por trás do sentido vital existencial tem o propósito metafenomênico existencial [ver fenomenia graceliana na internet].









SOBRE O SONHO.





Os sonhos são realizações psíquicas que o ser os processa para realizar uma conquista não concretizada ou concretizada durante o dia. Ou durante a vida.





É um encadeamento lógico de lembranças e vontades de realizações.



É uma ferramenta psíquica e processada pela vitalidade.



O sonho acontece a todo o momento e com mais intensidade durante o dia, principalmente em momentos de liberação de hormônios.



Só que enquanto estamos acordados não temos a consciência do seu acontecimento, ou temos e o transformamos em pensamentos lógicos, racionais, emocionais e intuitivos.



Enquanto dormimos este recurso se encontra em estado latente e semifuncional.



E não podemos transforma-los em pensamento consciente, lógico, racional e emocional.





Por isto que o sonho nos aparece como uma revelação obscura e muitas vezes sem sentido lógico. Porque o aparato psíquico e racional se encontra em funcionamento, mas em funcionamento latente, em repouso e de pouca intensidade. Pois também a metabolização vital se encontra com outra intensidade, e a produção de hormônios e energia é outra.





E guardamos esta revelação obscura e sem sentido lógico para lembranças quando estamos acordados, e damos uma ordem e sentido lógico e racional a ele. E transformamos em consciência lógica.





Este processo de ordenamento lógico e racional como ferramenta da psiquê acontece naturalmente no ser através da psiquê sem o próprio ser ter consciência deste ordenamento.





A natureza vital psíquica que se encarrega deste processo de recuperação dos sonhos e dá ordenamento lógico racional ao mesmo.





A natureza vital psíquica é o inconsciente vital e existencial do ser que já nasce com o ser.



E não é o inconsciente da puberdade como trata a psicanálise.





Existe O INCONSCIENTE VITAL NATURAL – que rege o funcionamento e desenvolvimento do organismo e da vida.





E O INCONSCIENTE PSÍQUICO NATURAL – que rege o desenvolvimento e funcionamento da mente.





Não é a repressão ou desejos que molda o inconsciente, consciente, eu ou personalidade. Mas sim, são moldados e são produtos do universo vital psíquico.



E a sua existencialidade tem um propósito de funcionalidade em prol da vida e da existencialidade.





E os dois inconscientes têm as funções próprias e interagem entre si.



LÓGICA INCONSCIENTE.



A mente trabalha sozinha independente de o ser estar acordado ou dormindo, ou querer um tipo de pensamento. Num lampejo ele pode ter uma revelação de trabalhos lógicos que o inconsciente se encontram produzindo. E revela ao ser.





A essência da mente está em alcançar a felicidade e a perpetuação da vida e trabalhar como ferramenta em prol da vida. Todo seu aparato psíquico está voltado para isto. Pois a mente antes de ser uma ferramenta psíquica é uma ferramenta vital e existencial.





Por isto que a vitalidade desenvolveu desejo sexual voltado para a reprodução. Por isto que o ser sonha, convive em grupo e família. Desenvolve a comunicação, etc.



Ou seja, a essência da mente não está em desejos e repressão. Mas sim, na natureza maior, que é a vida e sua continuidade. O ser e suas relações, e ser parte de um propósito superior regido por poderes e potencialidades.





A EXISTENCIALIDADE É REGIDA POR VÁRIOS FENÔMENOS ENTRE SI.



Que são.



Natureza reprodução.



Natureza de existencialidade.



Natureza de transcendentalidade.





A essência da psiquê se encontra na natureza vital, pois a mente é uma consequencia, causa, efeito, ferramenta e fenômeno da natureza vital.



A natureza da autoconservação, autopreservação e natureza sexual [reprodução] já nascem com o ser, faz parte de seu universo vital, psíquico, transcendental e existencial. São imanentes.





A sexualidade só existe porque o ser precisa se reproduzir para existir e manter a continuidade da espécie e a existencialidade. Por isto que a vitalidade desenvolveu hormônios, desejos, fases, e fluxos vitais e produção de óvulos e espermas.







O filho não deseja a mãe, mas deseja todas as fêmeas, e a filha não deseja só o pai, mas todos os machos, isto está presente em todos os animais, e faz parte de sua natureza vital, psíquica e transcendental da vida, e continuidade da espécie.



Isto é imanente e é um processo natural dentro dos ser. Faz parte da procriação, logo, a sexualidade não se fundamenta e se origina de complexo de Édipo. Logo, a sexualidade e a escolha sexual faz parte da natureza vital, psíquica, existencial, reprodutiva e transcendental. Nasce com o ser, é inato ao ser. É parte da sua natureza vital em que o ser nasce e a transcende pela reprodução e sexualidade.







Porém, o homem possui valores e regras sociais e religiosas para que não aja incesto. Por que também a consangüinidade na espécie leva a deformações biológicas psíquicas.







A VITAL-EXISTENCIALIDADE.



Assim, não são pulsões a raiz e a origem da autopreservação, da sexualidade, da psiquê. Mas sim, a natureza vital-existencial.



O ser não tem a boca para beijar, mas sim, para se alimentar e para manter a sua existência.



Outros órgãos existem porque tem função vital e biológica.



E não sexual, que vão servir na formação da personalidade e psiquê da pessoa, e formara o seu inconsciente, e que poderá levar a ter distúrbios mentais. Isto é defendido pela psicanálise.



Porém, órgãos vitais, órgãos sexuais foram produzidos para funções especificas.



E a mente, a sexualidade, e os órgãos foram produzidos para servem ferramentas vitais, e já nascem com o ser, é imanente. Cada um com a sua função e uso próprio.



Os distúrbios mentais, ou desvios sexuais vem de algum distúrbio vital que o tronco já vêm desenvolvendo a algum tempo, e aquele ser recebe isto, e também transcenderá aos descendentes.





E se vir a surgir no ser com a idade, ou com algum trauma da vida, é por que aquele ser que representa aquele tronco tem uma pré-disposição para isto.





A vida e todo seus universos têm também a função de continuidade da vida, a metafísica da existencialidade, a interação com a realidade externa.







A realidade externa [social e religiosa] tem alguma influência sobre o desenvolvimento da psiquê, mas é ínfima.



O que é determinante é a natureza metafísica da continuidade existência e a natureza vital.





Pois, só temos órgãos e funções porque temos uma natureza metafísica por trás de tudo, e regendo todo universo existencial.







Assim, um ser só será neurótico, depressivo se nascer com uma pré-disposição para isto. Pois a sua natureza vital já existe e transcende aos descendentes esta pré-disposição.





Porém, ele nasce para ser perfeito, sem distúrbios ou defeitos morfo-fisiológicos, pois ele nasce e é uma continuidade para ser cumprir um propósito metafenomênico de existencialidade, através de uma ordem superior.





Se o ser nasce com algum distúrbio, ou pré-disposição funcional morfológica, psíquica ou funcional não cumpre o propósito existencial na sua plenitude. E na natureza vital trabalhará para esta perfeição e aprimoramento.





A natureza vital constrói conforme poderes e potencialidades direcionamentos e programações vitais que acabarão em desenvolvimentos direcionados, onde serão construídos órgãos e funções especificas, como órgãos sensitivos, órgãos, hormônios para cada função, intensidade de produção de energia, intensidade de produção de metabolizações, órgãos vitais, canais, mente, raciocínio, etc. tudo voltado e direcionado em função de uma finalidade que é o propósito metafenomênico existencial.







Assim, o mundo externo não é o determinante da psiquê. A psiquê do individuo já nasce com um potencial de alcance, intensidade, ordem e desenvolvimento que já foi produzido anteriormente pela vitalidade.





A psiquê tem a sua realização na satisfação e universo vital, que são instrumentos psíquicos para o ser ir a procura desta realização para manter o universo vital em funcionamento e continuidade.



Ou seja, a satisfação e o prazer são ferramentas criadas e aprimoradas pela vitalidade para que o ser vá a procura do prazer e assim dar continuidade à existência da vida.



Ou seja, a vitalidade racionalmente através do universo vital constrói ferramentas de todos os tipos para todas as funções. E para que toda engrenagem e engenharia se mantêm na sua continuidade e aprimoramento.





Porém, não é só a satisfação momentânea, imediata, mas a satisfação vital de comer, respirar, sonhar, conhecer, reproduzir, viver em família, orar, etc.



Para isto temos os sentidos e a consciência da vida e do mundo que nos envolve e interage.





Porém, a satisfação psíquica do ser não se encontra fora do seu mundo vital, pois toda satisfação e prazer são intrínsecos, natural e vital, ou seja, estão dentro do ser, dento da sua natureza vital e transcendental.



Mantidos em funcionamentos e aprimorados pela vitalização e regidos e direcionados pelo poder, potencialidades vitais, e o propósito metafenomênico existencial.







O SOMÁTICO, A PSICOVITALIDADE E A PSICOFENOMENALIDADE.



O somático é regido pelo universo vital, inclusive no cérebro. Pois, não é a mente que impulsiona o somático, mas o vital que age sobre a produção de energia, funções e metabolizações celulares.



Pois, todos os órgãos não são a mente e tem as suas funções vitais.



O vital age sobre o somático e sobre o psíquico.



Ou seja, o somático, o psíquico, o aprimoramento e a transcendência são produzidos e regidos pelo universo vital.



E o universo vital tem o seu desenvolvimento pelo poder vital e potencialidades.



E todos cumprem um propósito existencial.





Por isto que o ser é um ser de poder e propósito metafenomênico, pois ele tem em si o sentido da fenomenalidade e da funcionalidade, da satisfação e prazer vitais, autopreservação e da transcendência [ pela reprodução e renovação celular].



Assim, temos.



1-O metafenomênico [o propósito existencial].

2-O craciológico [o poder e a potencialidade].

3-O vital.

4-O somático.

5-E o psíquico.





assim, o propósito e o poder e a potencialidade regem a funcionalidade, a mente e a transcendência da vida.



E não é o ser ou a espécie, mas a própria vida.



Ou seja, ser e espécie são estruturas físicas, químicas, metabólicas, em vitalização e craciologicas e que transportam dentro de si a vitalidade que os formam.





A mente e o somático existem em função da vitalidade, e a vitalidade é regida por poderes e potencialidades e que tem a função da continuidade e transcendência da vida.



Ou seja, o ser mantém a funcionalidade, o aprimoramento, a autopreservação, a mente, a racionalidade, e a transcendência par manter a vida que transcende pela reprodução, renovação celular e outros mecanismos.





Assim, é a vitalidade que mantém tudo isto, que é regida por poderes e potencialidades para manter o propósito existencial da vida.





Ou seja, o somático não determina o psíquico e somático. Mas ambos são determinados, programados, regidos, direcionados e fenomenalizados pelo vital. E os componentes que agem sobre ele.



A sexualidade, o líbido, a formação do caráter, são elementos vital psíquicos que se encontram nos últimos degraus de uma escada vital e psíquica. Ou são as folhas de uma arvore e não a raiz.





1-O propósito é a terra, os nutrientes, os gases, a luz e a temperatura que interagem e serve de suporte para a arvore.



2-O poder e a potencialidade são a metabolização e a vitalização.



3-A vitalidade é a raiz, o caule, os galhos, a seiva.



4-As folhas são as interações, funções e processos.



5-As sementes a reprodução e a transcendência.







A repressão não é a origem dos fenômenos patológicos e psíquicos.Mas sim, eles tem uma origem na natureza vital que o ser herda de seus antecedentes. Pois eles desenvolveram esta pré-disposição ao mau funcionamento. E transferiu até aquele ser que carrega consigo todo aquele universo vital anteriormente desenvolvido e processado.



Ou seja, as anomalias e distúrbios têm uma origem primária numa pré-disposição recebida dos antecedentes, desenvolvidas pela vitalidade deles anteriormente. Logo, torna-se imanente para aquele ser.





Assim, eles têm uma origem vital transcendental e de mau funcionamento, que pode estar naquele ser e nunca se manifestar, e num parente pode se manifestar.





Ou seja, não é só genético, mas também é vital, transcendental e imanente.





Continuando.



A origem, a causa, o propósito, a essência, o funcionamento, o equilíbrio da psiquê não se encontra na sexualidade e vontades libidinais, e em pulsão de autopreservação. Como defende a psicanálise.



Mas sim, a natureza da psiquê se encontra no universo vital e dele a psiquê tem origem.



Psiquê, reprodução, funções sexuais existem apenas como ferramentas do universo vital.





E a reprodução, órgãos sexuais, hormônios, espermas, óvulos, vontades reprodutoras não existem apenas para a reprodução dos seres e espécies, mas sim fundamentalmente para continuidade da vida.





Assim, há um propósito metafenomênico existencial em favor da vida, e a vida existe por consequência deste propósito. Por isto que os seres, a vida e as espécies se processam, aprimoram e transcendem.





O propósito contém o universo vital.



O universo vital contém as espécies, a vida e os seres.



E todos contêm a sexualidade como ferramenta para a perpetuação do propósito e continuidade da vida.







A psiquê e a racionalidade são ferramentas do propósito e do universo vital.



O TRONCO DA PSIQUÊ é o universo vital com os poderes, potencialidades e propósito metafenomênico.



Pois, eles produzem, processam, direcionam, programam, estruturam, aprimoram e transcendem a psiquê.







SOBRE A MORTE A PERPETUAÇÃO.





A morte não assusta muito o homem, pois na infância são hormônios, sonhos, descobertas e vitalidade.



Na juventude é a procriação e formação de família.



Na fase madura é a realização pela aquisição de bens materiais.



Na velhice tem o acolhimento da família. E o homem já assimila a morte como parte da natureza. Ou seja, conforme a velhice aumenta a sua força diminui e a sua aceitação e consciência do fim aumenta.



Porém, dentro dele há uma inconsciência de continuidade, pois o ser não é nada mais do que a vida que há dentro dele e o rege. E no fundo ele sabe que ele continua.





E que a vitalização passa para o inconsciente vital do ser este conhecimento do mecanismo da renovação e da reprodução.





Ou seja, o ser vive com o seu fim, mas tem a inconsciência da continuidade da vida.





Ou seja, somos transportadores e estruturas de um universo próprio metafenomênico e transcendental que existe dentro de nos e que nos produz.









SOMOS O QUE É A NATUREZA VITAL E METAFENOMÊNICA.





Ou seja, há algo superior e metafenomênico por trás de todas as coisas, da vida, da realidade, do homem, do ser, da mente e da racionalidade.





A vitalidade é a nossa geradora que é regida por um poder, propósito e direcionamento de uma ordem superior.





Não temos a inconsciência psíquica da morte porque temos a inconsciência vital da vida e sua perpetuação.





Assim, a finalidade, o propósito da natureza vital não é o fim, mas a transcendência, a reprodução, a renovação, o aprimoramento, o reconhecimento e a continuidade e perpetuação.



A natureza da vida não está na célula, nos ribossomos, ser, espécies, pois eles não passam de estruturas do universo vital. Porém, se encontra na ESSÊNCIA VITAL.



















Este trabalho está incompleto.



E toda biologia graceliana, filosofia graceliana, e psicologia graceliana publicados na internet até o momento complementam este trabalho.





Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo meus trabalhos em seus currículos.